sexta-feira, 25 de julho de 2008

Quando o verdadeiro sentido da vida...


É um momento único na vida de uma mulher. Sentir que dentro de você tem um serzinho que está crescendo e se desenvolvendo é simplesmente indescritível. Ao saber que está grávida, é uma emoção incrível, daquelas difíceis de esquecer! Você não sabe se chora, se ri, se liga pra todo mundo que conhece ou se abraça a primeira pessoa que apareça na sua frente, até mesmo se for a atendente do laboratório de sangue que acabou de pegar o resultado. Durante longos nove meses, nos deparamos com sensações jamais experimentadas, chutes e cotoveladas nunca sentidas, enjôos, desejos, sono, lágrimas, sorrisos que não voltarão e são únicos de cada momento, de cada minuto. Ficam memórias eternas e chega a pessoa mais importante. Seu filho. Finalmente o dia mais extraordinário chegou. O nascimento.

Dores, contrações, ansiedade, ligações, risos, choros, ansiedade, alegria, medo, nervosismo, ansiedade. Pronto! Mais um coração batendo, sangue correndo nas veias e mais um ser para você dividir o ar daquela sala. Até que um choro é ouvido e o médico com toda a frieza declara o sexo na sala do parto. Mas você não quer ouvir uma voz, muito menos saber se é menino ou menina, e sim, ouvir um choro, que parece mais uma ópera, ter certeza que está tudo bem, ver a carinha, olhar no olho da pessoa mais esperada até hoje por você e por fim, ter o sentimento mais maravilhoso, amamentar seu filho. Que emoção.

Por vezes, parece mentira. Tenho a impressão de que já o conheço há muito tempo. Não sei porque, olhei para o céu nesse dia, e vi que ele tinha uma cor jamais vista, era um azul da cor dos olhos da minha prima, um azul profundo, uma cor única. Claro, era um dia único para uma pessoa única. A alegria é enorme.

Meu filho, meu amor é só seu, te terei eternamente no coração. Te amo. Obrigada!

Um comentário:

Unknown disse...

Mariola,

Que Deus continue abençoando vc e sua família para que esse amor seja sempre renovado, e que vcs tenham muuuita saúde para viverem muitas coisas boas.
Bjs, Andressa