
Existe alguma coisa melhor que fazer xixi quando se está apertada mais de 4 horas? Nãooooooo... Tenho muito pra dizer sobre esse evento. Sou especialista em prender o xixi. Desde pequena quando íamos para a casa da Tia Cibele que naquela época ainda não existia a Linha Amarela, que então ficava muito, muito longe, eu segurava o xixi, ou melhor, minha necessidade fisiológica líquida. Caraca! Era uma loucura! Tinha que passar por uma rua que meus pais falavam que era a Estrada do Pula-pula. Que alegria! Então parem para pensar. Uma bexiga quase estourando, pessoas felizes no carro e meu pai procurando as melhores, portanto maiores deformidades da tal Estrada do Pula-pula. Chegar à casa da Tia Cibele além de uma aventura era uma verdadeira felicidade.
Uma vez na escola, ainda muito novinha, eu fiquei tão apertada que saiu. Saiu o quê? Foi o meu suco de laranja que vazou! Pelo menos foi essa a minha desculpa até eu levantar e perceber que eu estava toda molhada, ou melhor, mijada!
Sempre que pego a chave de casa e do carro é sinônimo de: Mariana vá ao banheiro, você está apertadíssima e não dará tempo para chegar ao seu destino. Foi e é muito comum chegar e sair da faculdade e do trabalho com a bexiga tão cheia, com um mini pinga-gotas e o pior, pernas cruzadas para fechar o ladrão, e não conseguir mais andar e a vontade só aumentar e ter que ir pulando até a porta do banheiro. Que maravilha! E sempre tem uma pessoa pra perguntar: Mariana, está tudo bem?
A última foi a melhor!!! Não pensem que sou porca, mas foi preciso. Indo para o Chuí, distância de 200Km de Rio Grande, para fazer uma comprinhas, é claro que a vontade apareceu assim que pegamos a estrada. A sorte foi que o Dudu estava dormindo para não ver a cena. Fiquei tão, tão necessitada que não tive escolha. Como não tem nada na estrada indo para o Chuí além de mato, jacaré e bichinhos dentuços, fui obrigada a pegar um saquinho jogado no carro e fazer ali mesmo. Que alívio!
Minha mãe sempre falava: minha filha isso faz mal!
Só para finalizar, a maior conseqüência disso tudo, ficar presa no banheiro. Nem se fala! Várias vezes. Em uma das tantas oportunidades que tive em ficar trancada em banheiro, fui ameaçada pela faxineira da escola em chamar a Diretora para me fazer descer do vaso sanitário. Mas como alguém iria ver uma garotinha presa num banheiro com porta tão grande? E na piscina, na areia da praia, no mar nem se fala! Sem comentários...
Esse texto foi em homenagem as besteira que minha cunhada Marcela fala tanto! Odeio...
Uma vez na escola, ainda muito novinha, eu fiquei tão apertada que saiu. Saiu o quê? Foi o meu suco de laranja que vazou! Pelo menos foi essa a minha desculpa até eu levantar e perceber que eu estava toda molhada, ou melhor, mijada!
Sempre que pego a chave de casa e do carro é sinônimo de: Mariana vá ao banheiro, você está apertadíssima e não dará tempo para chegar ao seu destino. Foi e é muito comum chegar e sair da faculdade e do trabalho com a bexiga tão cheia, com um mini pinga-gotas e o pior, pernas cruzadas para fechar o ladrão, e não conseguir mais andar e a vontade só aumentar e ter que ir pulando até a porta do banheiro. Que maravilha! E sempre tem uma pessoa pra perguntar: Mariana, está tudo bem?
A última foi a melhor!!! Não pensem que sou porca, mas foi preciso. Indo para o Chuí, distância de 200Km de Rio Grande, para fazer uma comprinhas, é claro que a vontade apareceu assim que pegamos a estrada. A sorte foi que o Dudu estava dormindo para não ver a cena. Fiquei tão, tão necessitada que não tive escolha. Como não tem nada na estrada indo para o Chuí além de mato, jacaré e bichinhos dentuços, fui obrigada a pegar um saquinho jogado no carro e fazer ali mesmo. Que alívio!
Minha mãe sempre falava: minha filha isso faz mal!
Só para finalizar, a maior conseqüência disso tudo, ficar presa no banheiro. Nem se fala! Várias vezes. Em uma das tantas oportunidades que tive em ficar trancada em banheiro, fui ameaçada pela faxineira da escola em chamar a Diretora para me fazer descer do vaso sanitário. Mas como alguém iria ver uma garotinha presa num banheiro com porta tão grande? E na piscina, na areia da praia, no mar nem se fala! Sem comentários...
Esse texto foi em homenagem as besteira que minha cunhada Marcela fala tanto! Odeio...
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